domingo, novembro 25, 2012

2 a 0

Vettel venceu, Alonso perdeu e felizmente o mundo agradece a ética ter vencido mais uma vez. Aliás, a segunda derrota da Ferrari com Alonso em 2 anos diferentes de falta de esportivdade. O mundo parece mesmo estar, felizmente, mudando.

Alonso vai voltar a ser campeão em breve, não tenho dúvidas. Oxalá saiba fazê-lo com correção.

Falando em falta de esportividade, se despediu em definitivo o Schumacher. Oxalá os últimos 3 anos sem ganhar nada o tenham feito refletir sobre suas ações pretéritas.

Vida extraterrestre

Vi belas imagens inequívocas de vida em Marte! E na Lua.

E tem gente que não acredita em vida fora da Terra. Pobre mediocridade!


Tão ruim quanto é o fato de a mídia e as autoridades escolherem o que divulgar. Pobres humanos!

E como eu digo sempre, há vida extraterrestre no Universo. Somos nós. Também. Ou não somos os alienígenas de outros seres de outros cantos do(s) Universo(s)?

terça-feira, novembro 20, 2012

Pobre humanidade (parte 1000)

O presidente do Palmeiras foi criticado por ter ido à praia um dias após a queda para a segunda divisão.

Críticas podem e devem ser feitas e eu sou o maior defensor da liberdade que eu conheço, mas discordo delas. Ele tem que ser avaliado como presidente, não se vai (nem quando vai) a praia, ao parque, ao cinema.

sábado, novembro 17, 2012

Carlos Ayres Britto, ex-presidente, recém aposentado, do STF

“Em tudo que faço já não faço questão de ser reconhecido, mas de me reconhecer naquilo que faço.”

terça-feira, novembro 13, 2012

Gilles Lipovetsky

Gilles Lipovetsky colocou tudo muito bem. Gostei das questões que levantou e de como as levantou.

Quanto à mim, odeio o capitalismo, odeio o consumismo exarcebado, odeio a plastificação da cultura, dos comportamentos. Odeio! O mundo é mais pobre, bem mais pobre por conta disso.

No entanto, claro, valorizo o bom da tecnologia, a maior liberdade de escolhas, mais acesso à informação. O mundo é mais rico com isso.
...

A conclusão? O mundo é melhor E pior do que antes, como qualquer época. Mas me preocupo. Porque o lado bom as pessoas sentem, percebem, cada vez mais. Felizmente, mais pessoas terão acesso com o tempo (embora ainda seja preciso caminhar bastante nesta direção).

Mas os aspectos negativos parecem ser percebidos por poucos. E isso é o mais triste (e atemporal). O ser humano, potencialmente fabuloso, tem uma prática incrivelmente forte de ser superficial, de olhar só pra si e de só agir quando obrigado por grandes crises.

Ok, eu também, individualmente, sou assim. Só aprendo na crise. Preciso dela. Me recrio com ela. Mas nesta caso, o único que sofre as consequências sou eu. Mas a humanidade, em sua maioria, quando age desta forma, obviamente, afeta um conjunto de pessoas. Para não dizer que afeta a todos.
 

domingo, novembro 11, 2012

Abraços rápidos NÃO me interessam!